Avatar

Já dizia o ditado: “Antes tarde do que nunca”. Por isso escrevi esse texto sobre Avatar, um pouco atrasada por que não? Pois a poeira em torno dessa super produção já abaixou bastante, mesmo não estando totalmente assentada. Eu li algumas críticas e opiniões antes de ir ao cinema ver o filme em 3D, e confesso que antes do lançamento eu acreditava que Avatar seria uma versão para as telonas do anime homônimo, e que agora está mesmo em produção, a versão cinematográfica do anime japonês Avatar se chamará The Last Airbender”.

Do mesmo diretor de Titanic (o filme desbancado do posto de maior bilheteria de todos os tempos), veja só que currículo: dois filmes recordistas de bilheteria. Além disso o diretor, roteirista e produtor James Cameron deixou claro que gosta de filmes longos, média 2hrs e 30. O Enredo da história de Avatar, como já esperava pelo o que havia lido é de certa forma clichê e se parece com o clássico da Disney, Pocahontas. Uma nativa que se apaixona pelo forasteiro que no início da aventura não tinha boas intenções para com o povo da mocinha, mas logo muda de ideia lutando pela paz. Até a árvore das almas presente no planeta Pandora e pertencente ao povo Nav’i tem um equivalente na animação infantil. No entanto em Avatar os efeitos especiais são de encher os olhos.

A superprodução já foi indicada ao Oscar dificilmente perderá a estatueta na categoria de feitos espciais, e o fato de estar em 3D realça os detalhes, que por si só valem o ingresso. É um marco na história do cinema, veio para mudar a maneira como os filmes são e serão produzidos . Um divisor de águas, pois a partir dele mais produções serão lançadas neste formato entre elas uma que espero ansiosamente: Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland) de Tim Burton.